Seguindo o link do site "
O Globo Online", uma matéria me chamou atenção, seu título é: "
Justiça Global reage a crítica do chefe da polícia civil" , onde a “Justiça Global” é uma ONG que trabalha com a proteção e promoção dos direitos humanos, e sua diretora executiva, Sandra Carvalho, reagiu as críticas feitas pelo chefe da Polícia Civil do Rio, Gilberto Ribeiro.
Gilberto Ribeiro: “- Elas não se colocam de forma isenta. Há apenas a necessidade de fazer um discurso dizendo que a polícia violou os direitos humanos. Não há um cuidado para saber se de fato houve violação. Fala-se muito em direitos humanos dos criminosos e se esquece dos direitos humanos da população e, especialmente, dos policiais, que são caçados e executados com muita freqüência. Não se vê uma única manifestação de apoio às famílias desses policiais que morrem em defesa da sociedade”
Em 2007, quando confrontos no Complexo do Alemão terminaram com a morte de 19 pessoas apontadas por policiais como bandidos, um integrante da ONU procurou a Chefia de Polícia exigindo explicações. Segundo Ribeiro, o representante questionou a conduta da polícia.
Ao ser perguntado sobre o aumento no número de autos de resistência, Ribeiro alegou que, ao longo dos anos, não houve uma política de enfrentamento como a atual:
- Se você realiza mais operações, é evidente que o número de confrontos cresce e aumentam os autos de resistência. Em nenhum lugar do mundo existe esta geografia daqui. O estado tem o dever de entrar em todas as áreas para dar segurança à população. Se os criminosos nos rechaçam, isso nos obriga a agir. Ao longo destes anos, percebemos que, quando não há enfrentamento, não há baixas.
Sandra Carvalho: “- Estamos cansados de ouvir esse discurso por parte da polícia. O governador (Sérgio Cabral), enquanto candidato, disse que respeitaria os direitos humanos, que era contra os caveirões e que segurança não se fazia com matança. A Justiça Global nunca foi recebida por ele ou por representantes da segurança. Estão tentando tirar a nossa legitimidade. É fato: houve aumento no número de autos de resistência e diminuição das prisões e da apreensão de armas. É uma segurança pública baseada numa política de extermínio. A gente se preocupa com os policiais, sim. Por isso, estamos preocupados com o planejamento inteligente das operações, sem matança indiscriminada”
É de uma grandeza de alma enorme tentar garantir os direitos humanos de uma pessoa, tentar proteger e assegurar que homens de bem não vão ser desrespeitados, eu disse
homens de bem, a diretora executiva da ONG “Justiça Global”, Sandra Carvalho, em seu berço de ouro, nunca deve ter sofrido nenhuma violência, nenhum assalto, seqüestro ou estupro, dela ou de alguém que ela ame, eu vejo que só por esses motivos que ela defende os direitos humanos (
?) de criminosos, desde quando vagabundo tem que ter algum direito? No momento do assassinato, exemplificando, o assassino pensou em respeitar aquela vida? Não! Claro que não.
Cercas elétricas, cães de guarda, homens de guarda, carros blindados, janelas e seus vidros blindados, esse é o berço de ouro que me referi, longe e a salvo da violência que ela e todas as pessoas que querem proteger marginais devem dormir tranqüilos todos os dias, pobreza e fome, nunca foram motivos para roubar e matar! Estamos no Brasil, milhões de famílias subnutridas, abaixo da linha de pobreza, vivendo de restos, expulsos da democracia, mas famílias de pessoas honestas, por isso que afirmo: “
Pobreza não é, não foi, e nunca vai ser motivo para roubar ou matar, assim como baixos salários não é uma causa para ser corrupto”. Só quando cada “defensor dos direitos humanos” sofrer na pele a violência de algum monstro, vai entender que se deve sim manter essa proposta de proteger, mas devem mudar o foco, pessoas de bem é que precisam de ajuda, matar vagabundo não é pecado. Sim, sou a favor da pena de morte, nós, homens de bem, não fazemos o errado porque sabemos, justamente, que é errado, se tem alguns que não respeitam isso, só o medo os faria pensar duas vezes, as pessoas são movidas ou paradas pelo medo, medo é o sentimento, medo de ser condenado a pena de morte.
Mas em nosso país, que tendo um curso superior você já fica em cela especial, que se você é condenado a uma pena de mais de 20 anos, pode recorrer, que bom comportamento te livra da pena total, monstros que fazem o mal a humanidade nunca irão ter medo da nossa Justiça (
?) Quando alguém faz algo errado, perde todos os seus direitos e tem que pagar, 5, 20, 20, 30 anos de prisão não valem a vida de alguém que foi morto, só serve para gerar gastos ao governo (
Povo), ou seja, a nós, estão entendendo? Somos homens de bem e honestos, sofremos a violência de animais, esses animais quase nunca são condenados, e quando são, não ficam mais de 5 anos na prisão, e nesses 5 anos, nós que pagamos a estadia deles na prisão (
Hotel).
Roubou? Corta-se as mãos! Matou? É morto! Estuprou? É estuprado e morto! Essa política de leis fracassadas se mostram hoje ineficazes, o medo de ser condenado a alguma das minhas propostas, faria pensar duas vezes. Todos nós sabemos o que é certo e o que é errado, uma criança de 6 anos, sabe muito bem. Você faz o errado consciente disso. Você faz o errado se quiser. Enfim, pessoas de bem tem direitos, vagabundos,
não!
/Mandela